O Último dos Profetas

A Judeia está em festa. Na noite límpida do deserto, desce das estrelas a luz que anuncia a chegada de um profeta de fé e amor. Esta noite esperada e iluminada festeja com alegria o nascimento do emissário da esperança. Conforme anunciou o anjo Gabriel, nascerá João!

Gerado no útero de Isabel, que saudou Maria, mãe de Jesus: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Veio ao mundo em uma pequena aldeia de Judá. Filho de uma terra árida, ponteada por rochedos, de calor intenso e vento cortante; habitada por camelos, ovelhas, cabras e beduínos de vestes escuras e pele curtida ao sol; coberta por vegetação tímida e rara, mas que garantia o sustento à gente sofrida.

Criado na tradição judaica foi viver com a mãe no deserto, após a morte do pai, Zacarias. Ao perceber que chegara a hora de cumprir sua missão, de anunciar a vinda de um Messias que estabeleceria o Reino do Céu na própria Terra, passou a peregrinar junto aos povos que perambulavam pela região. Assim surgia o profeta da esperança: homem simples, que vestia peles de animais e se alimentava de gafanhotos e mel. Porque era a fé o seu principal alimento.

Sob o sol escaldante do árido deserto, fazia suas preces e seus sacrifícios, pregando o arrependimento e lições de amor. Humilde, João dizia que não era digno nem sequer de apertar as sandálias do Messias. Batizava a todos que se arrependiam e multidões sempre iam ver suas pregações no rio Jordão – o mesmo em cujas margens, tempos depois, apoiou Jesus em suas mãos e o mergulhou em suas águas claras, das quais emergiram o Cristo Salvador.

Contam as escrituras que, ao batizar Jesus, João ouviu dos céus uma voz que lhe disse: “Este é o Meu filho amado”. Neste momento, uma pomba esvoaçou sobre os dois dentro do rio, e dos céus, abertos em banho de luz dourada, desceu à Terra o próprio Espírito Santo. Discursando para seus seguidores no deserto, despertou a ira do rei Herodes Antipas – filho de Herodes, O Grande, o mesmo que mandara matar as crianças de Belém quando Jesus nasceu – por condenar o casamento dele com Herodíades, mulher de seu próprio irmão.

Preso na fortaleza de Maqueronte, onde ficou até o dia de sua morte, teve o destino selado no aniversário de Antipas. Em festa de luxo e fartura, o rei encanta-se com a dança de Salomé, filha de Herodíades – que, para vingar o nome de sua mãe, pediu a cabeça de João como recompensa.

Da morte de João, renasceu ainda mais forte a mensagem de fé, amor e esperança, a mesma que banhou a Judeia na noite de seu nascimento. O último dos profetas, forjado na dura vida do deserto, anunciador do Messias, virou mártir – de um lado, por conta da ambição e do espírito de vingança dos poderosos; de outro, por conta de sua própria coragem.

Coragem que, no Brasil, se espelha no sincretismo com a umbanda, crença miscigenada do nosso povo na qual São João Batista é Xangô – orixá da justiça e da sabedoria, do fogo e do trovão, do raio e das almas, do ar e da terra. Soberano das pedreiras, que lembram as rochas do Deserto da Judeia, é reverenciado com a saudação “kaô kabecilê”, que significa “Venha ver o Rei descer sobre a Terra” – expressão que encontra paralelo com as pregações do profeta que anunciava o Messias. Mas Xangô também reina nas cachoeiras, com as águas que purificam, lembrando os batismos às margens do Rio Jordão.

Rei guerreiro que conquistou reinos e enriqueceu seu povo iorubá, a missão de Xangô é cobrar de quem deve e premiar a quem merece, agindo sempre com sabedoria. Seu poder queima e destrói todo o mal, transformado-o em todo o bem, conforme nosso merecimento. É isso que se pede à beira das labaredas no mês de junho, de acordo com a simbologia ancestral das fogueiras. Grande, poderoso, vaidoso, implacável e valente, Xangô é também exemplo de compaixão e justiça – simbolizada pelo seu machado de duas faces, que a todos julga, sem distinção.

O fogo de Xangô nos leva a falar novamente do nascimento de João – data que, para os povos da Antiguidade, coincidia com a proximidade das colheitas e os rituais dos camponeses para afastar os maus agouros, as pestes, a estiagem. O fogo tinha, também, a simbologia de purificação dos pecados. Nos dias de hoje, é isso que se pedi ao pular as brasas das fogueiras no mês de junho.

Tradição essa celebrada em muitos países da Europa (Portugal, Espanha, França, Rússia, Polônia) e das Américas (Paraguai, Argentina, Cuba, Bolívia, Chile, Peru e Venezuela). Além, é claro, do Brasil. Nas nossas terras, a devoção e a tradição trazidas pelos portugueses seduziram nosso povo, fazendo das Festas Juninas uma das maiores homenagens a São João Batista – e seus companheiros Santo Antônio e São Pedro.

Festas que alegram o país com suas cores, luzes, comidas, bebidas, danças e músicas típicas, adivinhações e crendices – principalmente no Nordeste, em cidades como Campina Grande (Paraíba), Caruaru (Pernambuco), São Luiz (Maranhão), Mossoró (Rio Grande do Norte) e Salvador (Bahia).

Pelas pregações dos jesuítas, o caráter religioso dos festejos juninos europeus passou a celebrar a vida, os costumes e as tradições do homem simples, principalmente do campo.

É a vida do caipira, do bacamarteiro e do violeiro; do sanfoneiro, do tocador de triângulo e de zabumba.
Gente que dança forró, baião, arrastapé, xaxado e quadrilha;
Que faz adivinhações, enfiando a faca na bananeira ou jogando papeis em bacias d’água para saber o nome do grande amor;
Que solta rojões, foguetes, buscapés e salta a fogueira;
Que sobe no pau de sebo em um arraial ornado por bandeirolas;
Que veste roupas coloridas, às vezes remendadas com retalhos de tecido;
Que usa chapéu de palha e admira os balões no céu;
Que come pamonha, canjica, munguzá, pipoca, pé-de- moleque e milho assado na fogueira.
Gente humilde como o próprio João – aquele menino da Judeia, cuja vida e cujo sangue serviram para anunciar a chegada de um novo tempo. Um tempo de salvação, um tempo de fé, um tempo de esperança.



Texto: Júnior Pernambucano

O Império

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Educativa Império da Tijuca foi fundado em 08 de dezembro de 1940 no Morro da Formiga, situado no bairro da Tijuca, Rio de Janeiro. Entre seus fundadores estão Joaquim Augusto de Oliveira (Seu Quincas), Rodolfo Augusto de Oliveira, Celestina Pinto Rabaça, Fernando Matos, Jorge Domingos da Silva, João Escrevente, Mario Pereira, Manoel Queiroz, Aylton dos Santos, Emílio Marcatte, Manuel Pinto, entre outros.

A agremiação foi a primeira na história do carnaval a utilizar a palavra “Império” em seu nome, razão pela qual seu símbolo é uma coroa, representação de nobreza e tradição. Em seu escudo encontram-se representados, ainda, o fumo e o café, referências às riquezas da região onde foi criada a escola. Entre suas personalidades mais conhecidas encontram-se nomes como Sinval Silva (compositor predileto de Carmem Miranda) e Mario Pereira (mais conhecido como Marinho da Muda).

Desde sua fundação, o Império desenvolveu atividades voltadas para a comunidade do Morro da Formiga. Existia uma escola de alfabetização para crianças, a Tropa José do Patrocínio, grupo de escoteiros que atuou durante muitos anos na comunidade.

Os primeiros desfiles

O primeiro desfile do Império da Tijuca aconteceu em 1946, quando defendeu o enredo “Aos Heróis do Monte Castelo”. Na época existia apenas um grupo de escolas de samba, com 19 agremiações desfilando. Por ter sido o primeiro desfile após o encerramento da II Guerra Mundial, diversas escolas trouxeram enredos que exaltavam os feitos e heróis do conflito.

Na década de 1950 a escola alternou-se entre o primeiro e o segundo grupo, firmando-se cada vez mais como uma agremiação competitiva no carnaval. Fato curioso nessa época é o carnaval de 1953 em que o Império da Tijuca não foi julgado pelos jurados. O motivo não consta na ata de julgamento daquele ano, em que a escola desfilou o enredo “A primeira cultura de café no Brasil”.O primeiro título veio em 1964 com o enredo “O Esplendor do Rio de Janeiro Imperial”, do carnavalesco Jorge Melodia. A vitória proporcionou a volta ao Grupo 1, onde permaneceu por mais quatro anos. Em 1966, o Império da Tijuca desfilou simbolicamente, não sendo julgado. O motivo foi a enchente que assolou o Rio de Janeiro, vitimando dezenas de pessoas na comunidade da escola.


Uma das grandes características do Império da Tijuca, que começou a ser evidenciada na década de 1970, é a qualidade de seus sambas de enredo. Destacam-se nesse período “O Misticismo da África ao Brasil” (1971), “Guerreiros das Alagoas” (1976) e “O Mundo de Barro de Mestre Vitalino” (1977). São dessa época o segundo título da escola em 1970; a marcante e inesquecível participação de Joãosinho Trinta assinando o desfile de 1976, terceiro título; e o quarto campeonato em 1979 no chamado Grupo 2A.

Nos anos 1980, uma galeria de sambas antológicos e intensa participação na elite do carnaval carioca colocaram, de vez, o Império da Tijuca entre as grandes escolas do Rio de Janeiro. Ficaram na memória os sambas “Iara, Ouro e Pinhão na Terra da Gralha Azul” (1982), “Santos e Pecadores” (1983) e “Tijuca, Cantos, Recantos e Encantos” (1986). A década trouxe enredos em homenagem ao músico Custódio Mesquita, ao escritor João Ubaldo Ribeiro (através de seu livro Viva o Povo Brasileiro), e ao sambista Sinhô.

Assinaram carnavais no Império da Tijuca da década de 1980 nomes como José Félix, Ney Ayan, Gil Ricon e Orlando Pereira. E na avenida a escola contou com as vozes marcantes de Almir Saint Clair e Pedrinho da Flor, entre outros, como intérpretes de seus sambas.

O ator e então carnavalesco Miguel Falabella assinou quatro carnavais na década de 1990, entre eles “O Reino Unido Independente do Nordeste” (1996) no Grupo Especial. O Império da Tijuca cantou, entre outros, Sinval Silva, Nelson Rodrigues, Elymar Santos e a Confeitaria Colombo. Na galeria dos intérpretes destacam-se, mais uma vez, as vozes marcantes de Edson Bombeiro, Hamilton Vital e Paulinho Mocidade.

Os anos 2000 dão início ao investimento da escola em novos talentos, apostando na força da juventude para alçar vôos sempre mais altos. Em 2006 veio o quinto título, no Grupo B, com a reedição do carnaval de 1986. O enredo em homenagem a São Jorge em 2007, do carnavalesco Sandro Gomes, emocionou a Marquês de Sapucaí e marcou o início de uma série de desfiles que levantariam a avenida. E, mantendo sua característica de ter vozes de peso comando o carro de som, o Império contou com Serginho do Porto, Douglas e Pixulé dando o tom em seus desfiles.

Em 2010, o Império trouxe “Suprema Jinga: a senhora do trono Brazngola”, do carnavalesco Jack Vasconcelos, e conquistou o quinto lugar. Em 2012, com o enredo “Viagem aos confins da imaginação”, do carnavalesco Severo Luzardo, conquistou o terceiro lugar. E seguindo essa linha de ascensão, o sexto título veio em 2013 com o enredo “Negra, Pérola Mulher”, do estreante Júnior Pernambucano, que foi ovacionado na Marquês de Sapucaí.

No Carnaval 2014, o Império da Tijuca retorna ao Grupo Especial depois de 17 anos. A agremiação do Morro da Formiga abriu o domingo de carnaval com o enredo "Batuk", desenvolvido pelo Carnavalesco Junior Pernambucano, ficando em ultima colocada e retornando ao grupo de Acesso.

Imprensa

  • Gleice Simpatia é a nova porta-bandeira do Império da Tijuca

    O presidente do Império da Tijuca, Antônio Marcos Teles, o Tê, finalizou a contratação de Gleice Simpatia - nova defensora do primeiro pavilhão da escola verde e branca do Morro da Formiga e a apresentação oficial de Gleice - ao lado do mestre-sala Luiz Augusto - aconteceu no domingo de Novembro, quando a escola retomou seu tradicional ensaio comercial de quadra.

    Vale lembrar, que Carnaval 2016 "O Tempo Ruge, a Sapucaí é grande e o Império aplaude o Felomenal" - de desenvolvimento do carnavalesco, Júnior Pernambucano - o primeiro Império do Samba fechará os desfiles da Marquês de Sapucaí, no dia 5 de Fevereiro.

  • O Tempo Ruge, a Sapucaí é Grande e o Império da Tijuca definiu seu hino para 2016

    O Império da Tijuca definiu seu samba-enredo 2016, na madrugada deste sábado, 29 de Agosto, na quadra da co-irmã Unidos da Tijuca.

    Ao lado de familiares do grande homenageado José Wilker, entre eles, Mariana Vielmond, filha do ator, e Claudia Montenegro, viúva de Wilker, o presidente Antônio Marcos Teles, o Tê, a primeira-dama, Cristina Teles, o carnavalesco, Júnior Pernambucano, e toda a diretoria da agremiação assistiram às apresentações das 4 parcerias finalistas - que defenderam suas composições durante 30 minutos.

    A parceria de Jussara, Dalton, Luiza Fontella, Adriana Vieira e Lid (Samba 3) foi a grande vencedora da noite e no Carnaval 2016 terá sua obra entoada na voz do intérprete oficial, Rogerinho, na Marquês de Sapucaí.

    Quem também prestigiou a grande noite foi a atriz, Erika Januza - que no próximo desfile representará Xica da Silva, e o ator André Segatti - que viverá Vadinho, personagem imortalizado por José Wilker nos cinemas.

    Já passava das 5h da manhã quando o resultado oficial foi divulgado, e o público não perdeu o fôlego comemorando embalado pelos ritmistas da Sinfonia Imperial do Mestre Capoeira.

  • Império da Tijuca já tem sua Dona Flor para homenagear José Wilker

    Finalmente, após escolher a dedo, o diretor artístico do Império da Tijuca, Marcelo Martins, bateu o martelo definiu o nome da atriz que terá a honra de pisar na Marquês de Sapucaí, neste Carnaval, interpretando o emblemático papel de Dona Flor - na homenagem que o primeiro Império do samba fará ao saudoso José Wilker no desfile "O Tempo Ruge, a Sapucaí é grande e o Império aplaude o Felomenal", desenvolvido pelo carnavalesco Júnior Pernambucano.

    Estamos falando de Lorena Comparato, também conhecida como Abigail, mulher de Ruço, personagem de Miguel Falabella, em PÉ NA COVA, da Rede Globo e que tem o dom para arte no sangue: filha do roteirista Doc Comparato e irmã da atriz Bianca Comparato, Lorena aceitou o desafio e, muito honrada, já vive a expectativa do grande dia.

    "A Lorena me chamou atenção pelo seu trabalho em PÉ NA COVA. No humorístico, sua personagem também viveu um triângulo amoroso e achei que ela seria uma bela Dona Flor", detalhou o diretor.

    "Fiquei extremamente honrada com o convite do Marcelo, não só por saber que farei parte de uma escola que está homenageando o querido Wilker - que eu sempre admirei - como também por poder viver uma das personagens femininas mais icônicas da nossa história, que é a Dona Flor", comemorou Lorena.

    "Desde muito pequena eu amo Carnaval, amo essa nossa arte que tem tanta força, essa nossa festa tão democrática, admiro todos os enredos que são mostrados, então vamos lá! Carnaval é isso, é arte, cultura, é celebração, é festejar, então vamos festejar e celebrar nosso grande artista José Wilker", completou Lorena que, em 2015, desfilou no Carnaval de São Paulo homenageando Marília Pêra.

    Decidida a se inspirar na Dona Flor de Sonia Braga, grande sucesso nos anos 70 que levou mais de 10 milhões de espectadores aos cinemas, Lorena já estuda como será sua 'personagem carnavalesca'.

    "Vou me inspirar na Dona Flor que loi lindamente vivida pela Sonia Braga, de quem sou muito fã, e somar com meu próprio jeito de viver a personagem. Vai ter essa inspiração, mas também vai ter muito de mim. Vai ser uma Dona Flor especial entrando na Marquês de Sapucaí", revelou Lorena.

    O Império da Tijuca fechará com chave de ouro os desfiles do dia 5 de Fevereiro, Sexta-Feira de Carnaval.

  • Atriz Erika Januza conhece sua fantasia para o Carnaval 2016

    A atriz Erika Januza não escondeu sua felicidade ao receber, das mãos do carnavalesco do Império da Tijuca, Júnior Pernambucano, o protótipo de sua fantasia para o Carnaval 2016.

    Erika visitou o novo barracão do primeiro Império do Samba, conheceu as alas, alegorias, ateliê e ainda passeou pelas esculturas em fase de produção.

    No desfile em homenagem ao saudoso José Wilker "O Tempo Ruge, a Sapucaí é grande e o Império aplaude o Felomenal", Erika será Xica da Silva em plena Marquês de Sapucaí.

    "Estou encantada com a minha fantasia! Remete muito ao que foi Xica e melhor, nos moldes do Carnaval. O Júnior conseguiu aproximar a verdadeira essência da Xica a um personagem carnavalesco. Representar Xica da Silva vai ser muito especial para mim porque esse papel sempre foi meu sonho de vida!", comemorou Januza.

    O Império da Tijuca vai fechar com chave de ouro os desfiles do dia 5 de Fevereiro, Sexta de Carnaval!

  • Aniversário de destaque do Império da Tijuca é embalado pelo samba oficial 2016

    Com o prestígio do carnavalesco do Império da Tijuca, Junior Pernambucano, do presidente Antônio Marcos Teles, o Tê e sua esposa Cristina Teles, além de diretores da agremiação e nomes do Carnaval,como Mauro Quintaes e Carlos Reis, o principal destaque da verde e branca do Morro da Formiga, Robson Garrido celebrou seus 50 anos, em uma casa de festas no Alto da Boa Vista.

    O ponto alto da comemoração, regada a bom papo e muita feijoada, foi embalado pelos ritmistas da Sinfonia Imperial do Mestre Capoeira quando o intérprete oficial do primeiro Império do Samba, Rogerinho, cantou o samba-enredo oficial "O Tempo Ruge, a Sapucaí é grande e o Império aplaude o Felomenal"!

    Os convidados não economizaram energia e sambaram no pé com disposição e o samba na ponta da língua!

    Em 2016, Garrido, como é conhecido, completará 2 anos desfilando como principal destaque do Império da Tijuca.

  • Volta da 'Noite do Amendoim' lota quadra do Império da Tijuca

    A noite do domingo, 16 de Novembro, vai ficar na memória dos torcedores e apaixonados pelo primeiro Império do Samba.

    Resgatando a tradicional "Noite do Amendoim" - iniciada na agremiação por volta da década de 70 - o presidente do Império da Tijuca, Antônio Marcos Teles, o Tê, reuniu Velha-Guarda, baianas, passistas e todos os segmentos oficiais da escola, além de torcedores, comunidade e profissionais das co-irmãs para voltar no tempo e recordar uma época especial para a verde e branca do Morro da Formiga.

    Também estiveram presentes na ocasião cantando ao lado do nosso intérprete oficial, Rogerinho, a voz da Unidos da Tijuca - Tinga, Anderson Paz - da Porto da Pedra, Hugo Júnior - representando a Cubango e Carlinhos - da co-irmã Em Cima da Hora.

    Sob o comando do Mestre Capoeira, os ritmistas da Sinfonia Imperial e a rainha, Laynara Teles, fecharam a noite com chave de ouro se apresentando embalados pelo samba oficial 2016 " O Tempo Ruge, a Sapucaí é grande e o Império aplaude o Felomenal" - que dará o tom do desfile da verde e branca homenageando o saudoso artista brasileiro, José Wilker, no próximo Carnaval.

  • Império da Tijuca convida atriz com veia cômica para participar de surpresa no carro abre-alas

    O diretor artístico do Império da Tijuca, Marcelo Martins, está cada vez mais inspirado com o enredo "O Tempo Ruge, A Sapucaí é grande e o Império aplaude o Felomenal" em homenagem ao saudoso José Wilker e convidou a atriz Hélady Araújo - popularmente conhecida como "Javali", que interpreta a Dircéia no humorístico "Pé Na Cova", da Rede Globo, para integrar o carro abre-alas da escola, no Carnaval 2016.

    Hélady conheceu o barracão do Império da Tijuca e conversou sobre o desfile com o carnavalesco da agremiação, Júnior Pernambucano.

    "Eu sempre fui muito fã do José Wilker, lamento demais o fato de não tê-lo conhecido pessoalmente e estou extremamente honrada com a oportunidade que o Império da Tijuca está me proporcionando de poder participar desta grande homenagem a ele, no nosso maior espetáculo, que é o Carnaval", confessou Hélady, que também vem sendo muito elogiada pelo grande Miguel Falabella.

    A atriz, que fará sua estreia na Marquês de Sapucaí, estará no carro abre-alas "Caranava Rolidei" que será uma alusão ao filme "Bye Bye Brasil", grande marco da década de 70. Hélady fará uma teatralização da personagem Salomé, vivida por Bety Faria nos cinemas.

    "Acontecerá uma performance cômica usando a veia humorística maravilhosa que a Hélady tem, mas também será um momento de muita emoção que guarda grandes surpresas, e que só serão reveladas na Marquês de Sapucaí", completou o diretor artístico, Marcelo Martins.

    Empolgada com sua chegada na agremiação, Hélady fez questão de deixar um recado para todos do Império da Tijuca:

    "Quero deixar um recado carinhoso para todos os componentes e toda a comunidade do Império da Tijuca, pois nosso desfile em 2016 vai bombar, nós vamos formigar e vai ser babado! Será um desfile muito especial, porque o Wilker merece e, claro, toda a comunidade da escola também. Vamos com tudo!", finalizou Hélady Araújo.

  • Atriz que vive Marília Pêra em humorístico participa de homenagem do Império da Tijuca a José Wilker

    A atriz Paula Frascari, popularmente conhecida por interpretar a jovem Darlene (personagem de Marília Pêra), em "Pé na Cova", programa da Rede Globo, é a mais nova integrante do time de estrelas que o diretor artístico do Império da Tijuca, Marcelo Martins, está reunindo para homenagear o saudoso José Wilker, em seu Carnaval 2016 "O Tempo Ruge, a Sapucaí é grande e o Império aplaude o Felomenal" - desenvolvido pelo carnavalesco Júnior Pernambucano.

    A convite do diretor do primeiro Império do samba carioca, Paula virá no carro abre-alas da agremiação - "Caravana Rolidei" - dividindo a cena, literalmente, com a também atriz e colega de elenco, Hélady Araújo. Juntas, as duas preparam uma performance surpresa sobre a personagem Salomé, do filme "Bye Bye Brasil", vivida por Bety Faria nos cinemas, na década de 70.

    "José Wilker teve uma vida inteira dedicada à arte, então não poderia faltar em nosso desfile um belo palco. E será nesse palco, montado no abre-alas do Império da Tijuca, que a atriz Paula Frascari virá com outros atores apresentando uma performance surpresa para o grande dia" - destacou o diretor artístico da verde e branca, Marcelo Martins.

    "Estou feliz, emocionada e muito grata por poder participar de um desfile tão especial da escola - que será esta linda homenagem ao grande Wilker - colaborando com a minha arte em plena Marquês de Sapucaí" - comemorou Paula, ansiosa para iniciar os ensaios.

    O Império da Tijuca fecha a primeira noite de desfiles na Marquês de Sapucaí, no dia 5 de Fevereiro, sexta-feira de Carnaval.

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